PF desarticula na Paraíba organização criminosa que fabricava e vendia dinheiro falso pela internet

Segundo a Polícia Federal, foram cumpridas medidas cautelares em João Pessoa, na Região Metropolitana do Recife e no município de Lages (SC)

ABRH -PB
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A Associação Brasileira de Recursos Humanos da Paraíba (ABRH-PB) foi fundada em 8 de março de 1978 e é afiliada à ABRH-Brasil, que reúne 21 seccionais nas mais importantes regiões do país. Desvinculadas juridicamente e independentes, as seccionais são integradas na missão de promover o desenvolvimento e disseminação de conhecimento nas organizações, através dos seus profissionais de RH e gestores de pessoas por meio de eventos, pesquisas, networking e troca de experiências de boas práticas, contribuindo para uma melhoria socioeconômica em nosso Estado.
Foto: Divulgação/Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (22) a Operação No Fake, que visa desarticular uma organização criminosa especializada na fabricação, distribuição e comercialização de cédulas falsas.

No total, foram cumpridas 24 medidas cautelares determinadas pela Justiça Federal, sendo 14 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão preventiva. As ações ocorreram em João Pessoa (PB), Mogeiro (PB), Paulista (PE), Abreu e Lima (PE), Caruaru (PE), Igarassu (PE) e Lages (SC).

Segundo a PF, as prisões ocorreram na cidade de João Pessoa (PB), com dois presos; Caruaru (PE), Paulista (PE), Lages (SC) e Mogeiro (PB), cada uma com um mandado de prisão cumprido.

As investigações apontaram que o grupo atuava em todo o território nacional. O grupo operava um laboratório clandestino de falsificação de moeda, executando desde a aquisição de insumos até a distribuição final. Para a venda, o grupo utilizava redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços de envio postal. Os investigadores encontraram registros de movimentações com valores elevados.

Além do crime de moeda falsa, a investigação apontou a prática de outros delitos como organização criminosa, receptação qualificada, adulteração de veículos, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro. A PF também identificou ligações do grupo com a comercialização de veículos roubados e clonados, além da negociação de entorpecentes e da circulação de armamentos.

De acordo com a corporação, a operação busca interromper a produção e a circulação de cédulas falsas, desmontar a estrutura logística da organização, responsabilizar os envolvidos e preservar a ordem pública e a economia. As investigações continuam para identificar outros integrantes e aprofundar a apuração sobre todos os crimes atribuídos ao grupo.

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