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Polícia Civil conclui inquérito sobre mortes por ingestão de veneno na PB

O caso ocorreu no dia 1º de fevereiro, em um bar na cidade de Patos, no Sertão do estado

Foto: Divulgação

A Polícia Civil da Paraíba divulgou, nesta quinta-feira (12), a conclusão do inquérito sobre as mortes de Hildebrando Martiniano Vieira, de 46 anos, e Ana Cristina Galdino Ferreira, de 16 anos. O caso ocorreu no dia 1º de fevereiro, em um bar na cidade de Patos, no Sertão do estado. As investigações apontaram que as vítimas ingeriram um inseticida após o produto ser confundido com uma bebida alcoólica.

De acordo com o delegado Claudinor Lúcio, responsável pelo caso, um adolescente de 15 anos encontrou o veneno em sua residência, armazenado em uma garrafa pet de pequeno porte ao lado de uma pia. Acreditando tratar-se de conhaque, o jovem levou o recipiente até um bar para compartilhar o líquido com conhecidos.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o adolescente chega ao estabelecimento de motocicleta e coloca a garrafa sobre a mesa. A primeira vítima, Hildebrando Martiniano, serviu-se do líquido e o ingeriu. Segundo o relatório policial, cerca de 10 segundos depois, o homem apresentou sinais de mal-estar e deixou o local. Ele morreu antes de receber socorro médico.

Na sequência, a adolescente Ana Cristina chegou ao bar. O jovem que trouxe a garrafa serviu o líquido em um copo e chegou a provar a substância, mas, ao estranhar o sabor, repassou o copo para a amiga, que consumiu a bebida. A jovem passou mal e foi levada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde deu entrada em parada cardiorrespiratória e não resistiu.

A substância foi identificada como um inseticida utilizado no combate a formigas, cupins e carrapatos. O produto causa a depressão dos sistemas nervoso, respiratório e cardiológico de forma imediata quando ingerido por seres humanos.

A Polícia Civil informou que não foi identificado dolo (intenção de matar) na conduta do adolescente, classificando o episódio como uma “fatalidade” e um evento estritamente acidental. Como o caso envolve um menor de idade, o processo será remetido ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) para os procedimentos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

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