Prima de Mara Maravilha é assassinada a tiros dentro de casa na Bahia

Segundo informações divulgadas nesta terça-feira (28), Cláudia teria passado a receber ameaças de criminosos que cobravam uma dívida de alto valor atribuída a um familiar.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

A advogada Cláudia Félix, de 51 anos, prima da cantora e apresentadora Mara Maravilha, foi assassinada a tiros dentro da própria casa, em Itororó, no interior da Bahia. O crime aconteceu durante a madrugada e está sendo investigado pela Polícia Civil.

Segundo informações divulgadas nesta terça-feira (28), Cláudia teria passado a receber ameaças de criminosos que cobravam uma dívida de alto valor atribuída a um familiar.

De acordo com a reportagem, a família teria vendido dois veículos na tentativa de quitar o débito. No entanto, o valor cobrado pelos suspeitos teria aumentado após cada pagamento, situação que pode indicar um possível esquema de extorsão.

Ainda conforme as informações divulgadas, Cláudia teria se tornado o principal alvo das ameaças e estaria sendo monitorada pelos criminosos. Câmeras de segurança teriam registrado homens circulando nas proximidades da residência nos dias que antecederam o assassinato.

Advogada chamou a polícia antes de ser morta

Na madrugada do crime, os suspeitos teriam invadido a residência. Cláudia percebeu a movimentação e conseguiu acionar a polícia, mas os agentes não chegaram a tempo de impedir o ataque.

A advogada foi atingida por vários disparos de arma de fogo na presença de familiares. Conhecida na cidade, a morte provocou comoção entre moradores de Itororó.

A Polícia Civil da Bahia trabalha para identificar e localizar os responsáveis pelo homicídio. Entre os elementos que devem ser analisados estão mensagens, transferências bancárias e outras provas relacionadas às supostas cobranças. O familiar apontado como alvo inicial das ameaças também deverá ser ouvido pelos investigadores.

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