Prefeitura de João Pessoa rebate acusações de fraude em licitação

Segundo o comunicado, um vídeo que circula nas redes sociais afirma, de forma incorreta, que a empresa vencedora de uma concorrência pública teria sido criada após a realização do certame.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Foto: Divulgação/PMJP

A Prefeitura de João Pessoa divulgou, na noite desta sexta-feira (26), uma nota oficial para rebater acusações de fraude em uma licitação da administração municipal. Segundo o comunicado, um vídeo que circula nas redes sociais afirma, de forma incorreta, que a empresa vencedora de uma concorrência pública teria sido criada após a realização do certame.

Na nota, a Prefeitura classifica a informação como falsa e esclarece que a vencedora da Concorrência nº 99902/2025 foi o Consórcio Mobilidade João Pessoa, formado pelas empresas Azevedo & Travassos, em atividade desde 2016, e KPE Performance em Engenharia, constituída em 2020.

De acordo com o município, o que ocorreu após o resultado da licitação foi apenas o registro formal do consórcio, procedimento previsto na Lei nº 14.133/2021, que autoriza empresas a participarem de licitações mediante compromisso de constituição de consórcio, com a formalização sendo exigida apenas após a adjudicação e antes da assinatura do contrato.

Ainda segundo a administração municipal, confundir o registro de um consórcio com a criação de uma empresa demonstra desconhecimento da legislação ou a intenção de induzir a população ao erro. A Prefeitura afirma que todos os documentos do processo são públicos, transparentes e comprovam a regularidade da licitação.

No comunicado, o município também destaca que a liberdade de expressão é um direito fundamental, mas ressalta que ela não protege a divulgação de informações falsas. A gestão municipal afirma que os procedimentos licitatórios são conduzidos sob fiscalização dos órgãos de controle e informa que adotará as medidas cabíveis para responsabilizar quem divulgar, de forma consciente, informações falsas capazes de atingir a honra da administração pública e comprometer a confiança da população.

COMPARTILHAR:

Participe do grupo e receba as principais notícias de Campinas e região na palma da sua mão.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

NOTÍCIAS RELACIONADAS