Com ‘Homem-Aranha’, verão americano deve ter a maior bilheteria desde a pandemia

Os filmes devem alcançar os US$ 4 bilhões nas bilheterias americanas pela segunda vez desde a pandemia. A última vez foi em 2023.

Com o sucesso de blockbusters como “Homem-Aranha: Um Novo Dia” e “A Odisseia” e de longas de menor orçamento como “Backrooms” e “Obsessão”, os filmes do verão americano alcançaram US$ 4 bilhões nas bilheterias americanas pela segunda vez desde a pandemia.

A receita doméstica atingiu esse valor na última segunda (10) e refez o marco que ocorrera, pela última vez, em 2023, quando “Barbie” e “Oppenheimer” chegaram aos cinemas na mesma semana e projetaram as vendas de ingressos de maio a agosto para US$ 4,09 bilhões.

Na época, o fenômeno ficou conhecido como “Barbenheimer”, e diversos usuários foram às redes sociais para dizer que veriam os dois filmes num mesmo dia.

Como ainda restam algumas semanas, a Rentrak, empresa que monitora dados mundiais de mídia e de bilheterias de cinema, prevê que o atual verão americano deve alcançar a maior bilheteria desde 2019.

“Atingir a marca de US$ 4 bilhões pela segunda vez desde a COVID é realmente significativo”, diz o chefe de tendências de mercado da Rentrak, Paul Dergarabedian. “Após anos turbulentos, a ideia de que ir ao cinema seria substituído pelo entretenimento em telas pequenas finalmente pode ser descartada.”

Esse período de quatro meses costuma representar 40% das bilheterias anuais. Antes da pandemia, as receitas de verão ultrapassavam US$ 4 bilhões com frequência, e o ano de 2013 estabeleceu um recorde de US$ 4,755 bilhões, sem ajuste de inflação.

Em 2019, quando foi lançado “Vingadores: Ultimato”, a segunda maior bilheteria de todos os tempos, o verão americano arrecadou US$ 4,3 bilhões, pouco abaixo dos US$ 4,42 bilhões arrecadados em 2018.

Após a pandemia, com exceção de 2023, sucessos de verão como “Lilo & Stitch”, de 2025, “Deadpool & Wolverine” e “Divertida Mente 2”, de 2024, e “Top Gun: Maverick”, de 2022, não fizeram o verão de seus respectivos anos ultrapassar US$ 4 bilhões.

Redação / Folhapress

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