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Sincero, Savinho admite que não viu últimos jogos da seleção brasileira

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O atacante Savinho estava machucado nos últimos jogos da seleção. E, sincero, admitiu que não assistiu às partidas contra Equador e Paraguai, em setembro, pelas Eliminatórias. Nem ao vivo e nem na reprise.

“Não vi o jogo porque foi muito tarde na Inglaterra. Não tenho como responder”, disse o jogador do Manchester City, ao ser indagado sobre como via as dificuldades ofensivas do Brasil nas partidas anteriores.

Na Inglaterra, o fuso é de quatro horas para frente. No horário de Londres, os jogos do Brasil na data Fifa passada foram às 2h e 1h, respectivamente.

Sem assistir, Savinho fica com as indicações de Dorival a respeito do que quer para a seleção e como resolver os problemas lá na frente. Um dos recados que o técnico publicamente expressou foi o que os atacantes, lá na frente, façam o que quiserem.

“Se ele falar isso para mim, entendo que está me passando confiança. Eu como jogador sei da responsabilidade no ataque, sei o que devo fazer ou não para não gerar contra-ataque e tomarmos o gol. Se ele falar isso para mim, vai ser mais sobre confiança para jogar os 90 minutos. Toda fase do jogo tem seu momento de ir para cima, achar o passe e cruzar a bola na área. É só ter paciência mesmo.”

Com Savinho em campo, o Brasil vai enfrentar o Chile, quinta-feira, em Santiago, às 21h (de Brasília).

O que mais Savinho disse:

– O que é mostrar o que é o Brasil? O que vai fazer o torcedor gostar mais dos jogos?

“O que vai fazer o torcedor gostar normalmente é a vitória, mas jogando bem, fazendo gols. O Brasil está acostumado de ganhar de 2 a 0, 3 a 0, mas temos que ser felizes dentro de campo, protagonistas os 90 minutos”.

– Importância do Ederson no City

“Ederson é um pouco fechado. Quando cheguei no City, fiquei bastante tímido. Agora com ele na seleção, no dia a dia com ele, me solto um pouco. Ele me ajuda, passa confiança no grupo do City e só tenho a agradecer”.

– Momento preocupante nas Eliminatórias

“Preocupante pela colocação que estamos e pelo que o torcedor espera da gente pode ser que sim. Vamos trabalhar durante o tempo que temos para conseguirmos os três pontos e subir na classificação”.

– Pressão na seleção e dificuldade de mostrar felicidade em campo

“Depende muito do momento, mas acho que não. Vamos trabalhar muito durante o tempo que temos para mostrar felicidade em campo. Vamos retomar alegria em campo e mostrar a nossa vontade de vencer”.

– Maturidade

“Tenho gratidão grande pelo Atlético-MG. Estava com o Rodrigo Caetano no Atlético e ele me ajudou muito. Agora estou com ele na seleção. Atlético me abriu as portas quando novo e deu andamento até eu seguir meu rumo até a Europa. Fico muito feliz, só agradecer a Deus também. É fruto de muito trabalho, eu trabalho muito no dia a dia”.

– Guardiola

“Estou há dois meses com o Guardiola no futebol inglês, não deu para ver muito o que eu aprendi, mas com certeza vou aprender, ouço muito a ele e meus companheiros para aprender. Quero ajudar muito o City”.

– Dorival conversou sobre posicionamento no ataque – vai jogar no lado direito?

“A gente não teve nenhuma conversa individual. Isso aí é com o Dorival, ele que decide quem joga, quem vai colocar. Estamos a dois dias do jogo, deve começar a montar o time e mostrar o que é melhor para a seleção contra o Chile”.

– Falta de protagonismo no ataque

“Cara, tudo tem seu tempo, seu momento. Claro que vou chamar um pouco da responsabilidade também para ajudar a seleção. Não tem só eu, tem Rodrygo, Martinelli, Endrick, Paquetá, Bruno Guimarães? Se todos pegarem um pouco da responsabilidade vamos nos sobressair”.

EDER TRASKINI E LUCAS MUSETTI PERAZOLLI / Folhapress

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