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Caso Henry Borel: Monique Medeiros se entrega à polícia após decisão do STF

Prisão preventiva foi restabelecida por Gilmar Mendes após pedido da PGR no caso Henry Borel

A acusada de participação na morte do próprio filho, o menino Henry Borel, Monique Medeiros da Costa e Silva se apresentou à Polícia Civil nesta segunda-feira (20), na 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), na zona oeste do Rio de Janeiro. A entrega ocorreu após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), que na última semana restabeleceu sua prisão preventiva.

Após se apresentar, Monique foi encaminhada ao Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica, zona norte da capital fluminense, onde passou por exame de corpo de delito e deve participar de audiência de custódia. Em seguida, ela deverá retornar ao Complexo de Gericinó, sendo reconduzida à Penitenciária Talavera Bruce, onde já esteve custodiada anteriormente.

O local é o mesmo onde a ré permanecia presa antes de obter liberdade provisória, concedida pela juíza Elizabeth Machado Louro em 23 de março. Na ocasião, o julgamento de Monique e do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, foi adiado para 25 de maio, após a saída da defesa do réu do plenário.

Com o adiamento, a defesa de Monique solicitou a revogação da prisão preventiva, alegando prejuízos decorrentes da mudança no cronograma do julgamento. O pedido foi aceito, e a acusada deixou a unidade prisional no dia seguinte.

Entretanto, na última sexta-feira (17), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a volta da prisão preventiva de Monique. A decisão atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), motivado por uma manifestação apresentada por Leniel Borel, pai de Henry e assistente de acusação no processo.

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