Terremoto de 5,9 atinge Japão e deixa ao menos 10 feridos

Tremor atingiu o sul da província de Ibaraki, ao norte de Tóquio, e foi sentido em várias regiões. Autoridades descartaram risco de tsunami.

Saulo Astini
Saulo Astini
Radialista, cinegrafista, editor audiovisual, YouTube manager e estrategista digital, com experiência em distribuição digital, streaming, produção de conteúdo e jornalista. Participação em produções e transmissões ao vivo broadcast. Atuei na direção de imagem e fotografia de produções musicais. Formação técnica em Cinema, Fotografia, Administração e Gestão de Pessoas, além de certificações em Marketing Digital, Jornalismo Digital pela Reuters Digital Journalism, Literacia em Inteligência Artificial e gestão Google Business.
Imagem: Divulgação

Um terremoto no Japão de magnitude 5,9 atingiu o sul da província de Ibaraki, ao norte de Tóquio, na madrugada deste domingo (23). O tremor deixou pelo menos dez pessoas feridas, foi sentido em diversas regiões e levou autoridades a monitorarem prédios e instalações nucleares. Não há ameaça de tsunami.

Terremoto no Japão foi sentido em Tóquio

O abalo teve epicentro no sul da província de Ibaraki. Além disso, o terremoto foi percebido em Saitama e Chiba, assim como na capital japonesa.

Na escala sísmica utilizada no Japão, o tremor alcançou intensidade de 5 fraco, em uma classificação que vai de 0 a 7. Dessa forma, o abalo foi suficiente para provocar forte movimentação na região.

O foco do terremoto foi estimado a cerca de 68 quilômetros de profundidade. Enquanto isso, equipes responsáveis pelo monitoramento acompanharam as condições nas áreas atingidas.

Autoridades descartam risco de tsunami

Apesar da magnitude de 5,9, as autoridades japonesas informaram que não há risco de tsunami provocado pelo terremoto.

No entanto, foram registradas ondas sísmicas capazes de causar oscilações em edifícios altos, especialmente na região de Tóquio. Diante disso, o alerta incluiu atenção aos prédios mais elevados.

Esse tipo de movimentação pode ocorrer mesmo quando o epicentro está distante de grandes centros urbanos. Portanto, o monitoramento permanece importante após o tremor.

Usinas nucleares não registram anomalias

As instalações nucleares próximas à área afetada também foram avaliadas após o terremoto no Japão.

Operadores da usina Tokai No. 2, em Ibaraki, e da usina de Fukushima informaram que não houve registro de problemas em suas estruturas.

Além disso, os níveis de radiação no entorno das unidades permaneceram inalterados. Assim, não houve indicação de impacto nuclear provocado pelo tremor.

Japão é um dos países com maior atividade sísmica

O Japão está entre os países mais suscetíveis a terremotos no mundo. Por isso, a população e as autoridades mantêm sistemas permanentes de monitoramento e protocolos para situações de emergência.

A localização do país em uma área de intensa atividade tectônica explica a frequência dos abalos. Ainda assim, cada terremoto apresenta características próprias, como profundidade, intensidade e possíveis impactos.

Por fim, as autoridades seguem acompanhando a situação após o tremor deste domingo. Até o momento, não há ameaça de tsunami nem anormalidades nas instalações nucleares próximas à região atingida.

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