Um assalto relâmpago chocou frequentadores de um bar no Parque Virgílio Viel, em Sumaré. Dois criminosos armados agiram com rapidez e levaram uma corrente de ouro em menos de dez segundos. As imagens das câmeras de segurança flagraram toda a ação.
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As imagens mostram quatro amigos reunidos na parte externa do bar. De repente, dois homens de capacete se aproximam do grupo. A dupla se divide: um deles fica na frente das vítimas, ergue a arma e anuncia o assalto. Enquanto isso, o outro criminoso retira a corrente do pescoço de um dos homens, que usava boné, e foge em seguida.
Uma testemunha que estava dentro do bar e preferiu não se identificar contou como aconteceu. “Os caras deixaram a moto ali em cima, desceram os dois aqui, um ficou de frente com o cara com a arma na mão, e o outro foi tirar a corrente do cara”, relatou.
Esse tipo de crime tem se tornado cada vez mais comum na região. O aumento no número de roubos de correntes e alianças de ouro acontece por três motivos principais.
O primeiro é a facilidade com que os criminosos conseguem retirar o acessório da vítima durante a abordagem, geralmente em poucos segundos e sem muita resistência. O segundo é o alto valor de revenda do ouro, que atrai os bandidos. E o terceiro é a facilidade em derreter o metal, o que dificulta o rastreamento das peças pela polícia.
A ousadia dos criminosos não para por aí. Em Campinas, câmeras de segurança flagraram um homem arrancando a corrente do pescoço de uma vítima de forma agressiva em frente a uma loja. Em Hortolândia, um idoso foi agredido por um criminoso que tentava roubar a aliança do dedo dele.
Os flagrantes do dia a dia mostram que os assaltos acontecem em locais movimentados, em plena luz do dia e em questão de segundos. A sensação de insegurança é geral. “Qualquer um fica assustado com um assalto, né? Não tem quem não fica”, desabafou uma das testemunhas.







