O Guarda Municipal suspeito de matar o pintor Paulo Silva, pintor de 33 anos, prestou depoimento nesta sexta-feira (03), em Americana. Ele esteve presente na delegacia com o filho dele e o advogado de defesa dentro de uma viatura da Guarda. A arma utilizada no crime ainda não foi localizada.
A principal linha de investigação é de que Paulo foi morto por engano. Imagens obtidas com exclusividade pela Thmais Record mostram o suspeito ameaçando a testemunha que deveria ter sido alvo dos disparos “Eu vou encontrar você, eu vou matar você”. Essas imagens já foram disponibilizadas para a Polícia Civil.
Sobre o Caso
O pintor, de 33 anos, foi morto no alojamento da empresa que prestava serviços, em Americana, após ouvir barulhos e abrir a porta para verificar o que estava acontecendo. Enquanto o pintor fechava a porta, um disparo o acertou. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu. Um homem, que prefere não se identificar, gravou entrevista com a nossa equipe e afirmou que seria o alvo dos tiros e não o pintor.
Testemunha
Uma testemunha, que prefere não se identificar, gravou entrevista com a nossa equipe. A testemunha, um morador da região, afirma que seria o alvo dos disparos.
Segundo o homem, ele teria se envolvido em uma discussão com o atirador momentos antes dos disparos. Ele informou que foi ameaçado de morte pelo suspeito, que voltou momentos depois da discussão e começou a atirar contra a casa do homem.
Ele afirma que ouviu da própria casa os pedidos de socorro, que viriam do alojamento onde Paulo Silva, pintor de 33 anos, foi atingido.
O morador foi até o local e relatou que Paulo ainda estava com vida, e gritava:
“Eu fui atingido, fui atingido”
Ainda de acordo com a testemunha, o investigado pela morte de Paulo já se desentendeu com outros vizinhos e que causava muitos problemas para os moradores com ameaças e discussões.
O que diz o funcionário?
Agenor Filho, patrão dos prestadores de serviço que estavam alojados no local, falou com a equipe da TV Record. Segundo o patrão, Paulo Henrique teria ido até a porta do alojamento por curiosidade, para entender o que era e de onde vinha o barulho que estava escutando. Ainda segundo Agenor, o colega de Paulo teria ligado para ele no momento em que o pintor foi atingido, e pedia ajuda. O patrão, neste momento, informou que não conseguiria acionar uma ambulância por não se lembrar do endereço do alojamento em que os funcionários estavam.
Sobre a vítima
Paulo Silva, pintor de 33 anos, prestava serviços para uma empresa de Americana, onde morava durante a semana em um antigo bar, hoje utilizado como alojamento para os colaboradores. Aos finais de semana, Paulo voltava para a casa, em Campinas, onde vivia com a família. Paulo deixa seis filhos e a esposa, Danny.
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