Testemunha afirma que era o alvo os disparos que tiraram a vida de pintor em Americana

A testemunha, um morador da região, afirma que seria o alvo dos disparos após sofrer ameaça de morte do atirador

Samuel Silva
Samuel Silva
Jornalista em formação, apaixonado por esportes e audiovisual.⚽📸 @silvasamuuel nas redes sociais!

O pintor, de 33 anos, foi morto no alojamento da empresa que prestava serviços, em Americana, após ouvir barulhos e abrir a porta para verificar o que estava acontecendo. Enquanto o pintor fechava a porta, um disparo o acertou. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu. Um homem, que prefere não se identificar, gravou entrevista com a nossa equipe e afirmou que seria o alvo dos tiros e não o pintor.

SOBRE O CASO
O homem, de 33 anos, foi morto a tiros na noite desta segunda-feira (29) em um antigo bar no bairro Cordenonsi, em Americana, utilizado como alojamento para prestadores de serviço de uma empresa. O homem teria ouvido barulhos e levantado durante a noite, quando ele e o colega perceberam as marcas de tiros nas janelas do local. Paulo foi até a porta do alojamento para tentar ver alguma movimentação. Neste momento, enquanto fechava a porta para retornar ao alojamento, ele foi atingido pelos disparos.

SOBRE A VÍTIMA
Paulo Silva, pintor de 33 anos, prestava serviços para uma empresa de Americana, onde morava durante a semana em um antigo bar, hoje utilizado como alojamento para os colaboradores. Aos finais de semana, Paulo voltava para a casa, em Campinas, onde vivia com a família. Paulo deixa seis filhos e a esposa, Danny.

TESTEMUNHA
Uma testemunha, que prefere não se identificar, gravou entrevista com a nossa equipe. A testemunha, um morador da região, afirma que seria o alvo dos disparos.

Segundo o homem, ele teria se envolvido em uma discussão com o atirador momentos antes dos disparos. Ele informou que foi ameaçado de morte pelo suspeito, que voltou momentos depois da discussão e começou a atirar contra a casa do homem.

Ele afirma que ouviu da própria casa os pedidos de socorro, que viriam do alojamento onde Paulo Silva, pintor de 33 anos, foi atingido.

O morador foi até o local e relatou que Paulo ainda estava com vida, e gritava:
“Eu fui atingido, fui atingido”

Ainda de acordo com a testemunha, o investigado pela morte de Paulo já se desentendeu com outros vizinhos e que causava muitos problemas para os moradores com ameaças e discussões.

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