A 3ª Delegacia de Investigações de Homicídios da DEIC/DEINTER 5 esclareceu, em menos de 30 dias, o latrocínio que vitimou o motorista de aplicativo Wilsiano Soares Novaes Teixeira, de 43 anos., ao prender o segundo envolvido no crime, identificado como D.S.D.C, vulgo “Fou”, nesta terça-feira (8). O crime ocorreu em 11 de junho deste ano e provocou grande comoção e repercussão em São José do Rio Preto (SP).
“Fou” foi preso na casa de uma tia, no bairro Santo Antônio, em Rio Preto, após dias de monitoramento, levantamentos de inteligência e diligências estratégicas, encerrando a fase de identificação e captura dos envolvidos no crime.
A vítima foi encontrada sem vida no interior de seu veículo, um BYD Dolphin, após colidir contra um poste de iluminação pública no bairro Cidade Alta. Desde os primeiros instantes, a Delegacia de Homicídios mobilizou equipes especializadas e iniciou uma investigação pautada em inteligência policial, produção de provas técnicas e diligências ininterruptas.
A partir da análise de centenas de imagens de monitoramento, cruzamento de informações em bancos de dados, levantamentos de campo e técnicas avançadas de investigação, os policiais civis reconstruíram a dinâmica do crime e identificaram os autores.
Adolescente apreendido
As investigações revelaram a participação do adolescente M.A.C.N., conhecido como “Matheuzinho”, e de D.S.D.C., vulgo “Fou”. Poucas horas após o latrocínio, o adolescente foi localizado e apreendido em uma ação conjunta da Delegacia de Homicídios com a Força Tática da Polícia Militar.
Os investigadores concentraram esforços na localização do segundo envolvido, que havia fugido para evitar sua responsabilização. Com base no conjunto probatório produzido pela equipe da 3ª Delegacia de Homicídios, foi representada pela prisão temporária do investigado, medida deferida pelo Poder Judiciário.
Motivação do delito
Em menos de trinta dias, o crime foi integralmente esclarecido, com a identificação dos autores, a apreensão do adolescente, a prisão do investigado adulto e a reunião de robustos elementos probatórios que darão suporte à responsabilização criminal dos envolvidos.
As investigações prosseguem para o completo esclarecimento da motivação do delito, localização da arma de fogo utilizada e consolidação de todas as provas necessárias à conclusão do inquérito policial.
O Crime
Wilsiano Soares Novaes Teixeira, de 43 anos, foi morto com um tiro na cabeça, no dia 11 de junho, após fazer uma corrida com os autores. Segundo a Polícia Civil, houve uma discussão sobre o valor do serviço, por isso o crime foi caracterizado como latrocínio. A vítima levou um tiro na cabeça, perdeu o controle da direção e bateu contra um poste de iluminação. Ele morreu no local.
Os autores fugiram após os disparos, mas câmeras de monitoramento ajudaram na identificação dos dois.



