Homem é preso suspeito de comandar ataques de dentro de presídio que deixaram dois mortos na PB

Investigado já estava preso no PB1 e é apontado como um dos líderes do grupo envolvido nos crimes em Mari.

Kaliane Vitoria
Kaliane Vitoria
Estudante de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), é apaixonada por comunicação e pelo futebol. Atualmente, é estagiária no portal Th+ SBT, onde atua na produção de conteúdos jornalísticos. Busca reunir informação, credibilidade e criatividade em todas as suas reportagens.
Penitenciária de Segurança Máxima PB1 e PB2, em João Pessoa. – Foto: Reprodução

Um homem de 29 anos foi preso novamente nesta quinta-feira (13), suspeito de participar de ataques que resultaram nas mortes de dois homens, conhecidos pelos apelidos de “Diabo Louro” e “Mil Grau”, em Mari, na Zona da Mata da Paraíba.

Segundo a Polícia Civil, o investigado já estava preso no Presídio de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes (PB1), em João Pessoa, mas mesmo de dentro da unidade prisional teria continuado a comandar ações criminosas.

Um novo mandado de prisão foi cumprido contra ele dentro do PB1. Durante a ação, os policiais também realizaram uma busca na cela ocupada pelo suspeito.

De acordo com as investigações, ele era apontado como um dos principais articuladores do grupo criminoso envolvido nos ataques. A Polícia Civil afirma que o homem teria coordenado parte das ações de dentro do presídio, providenciado veículos e armas e recrutado pessoas para participar dos crimes.

Ataques ocorreram durante disputa entre grupos

As mortes aconteceram em meio a uma disputa entre grupos criminosos rivais. Conforme a investigação, integrantes de uma facção teriam se deslocado até Mari com o objetivo de atacar integrantes do grupo adversário.

Segundo a Polícia Civil, áreas de mata do município eram usadas como pontos de apoio e esconderijo durante as ações.

A prisão realizada nesta quinta-feira foi a sexta relacionada à investigação dos ataques. Para a Polícia Civil, as prisões já realizadas ajudaram a identificar a estrutura do grupo e a participação dos suspeitos nos crimes.

As investigações continuam para esclarecer completamente os ataques e identificar outros envolvidos. O homem permanece à disposição da Justiça.

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