O Ministério Público do Estado de São Paulo concluiu que as duas pessoas envolvidas na colisão entre duas motos aquáticas que aconteceu em março de 2024, no canal de Bertioga, litoral paulista, que resultou na morte de Juliana Carvalho Nasser, de 27 anos, não tiveram intenção de causar o acidente. A Promotoria de Guarujá solicitou o arquivamento do inquérito.
O caso em questão aconteceu em 10 de março do ano passado. A vítima estava passeando com uma moto aquática, que saiu da Marina Tropical, e acabou se chocando com outro veículo. A mulher foi lançada em alto mar após a batida, e perdeu a consciência. Apesar das tentativas de reanimação, e encaminhamento ao Hospital Santo Amaro, a jovem não resistiu e morreu.
Juliana estava na garupa de uma moto aquática, pilotada por um homem, quando ambos foram atingidos por outro veículo, onde estava a amiga da vítima. Um laudo apontou que a jvoem morreu por politraumatismo.
A Delegacia de Polícia Sede de Guarujá, que ficou responsável pelo caso, concluiu que a amiga de Juliana teria “assumido o risco” ao fazer manobras radicais, sem habilitação para dirigir a moto aquática. O promotor Rafael de Paula Albino Veiga, da 5ª Promotoria de Justiça de Guarujá, discordou do delegado.
Foi solicitado o pedido do arquivamento do inquérito, e o juiz responsável decidirá se irá concordar com o entendimento do MP. Caso o mesmo discorde, o processo será encaminhado para outro promotor avaliar a eventual conduta culposa dos investigados.



