Patrão do pintor morto baleado em Americana fala pela primeira vez após o caso

Segundo Agenor, o colega de Paulo teria ligado para ele no momento em que o pintor foi atingido para pedir socorro

Samuel Silva
Samuel Silva
Jornalista em formação, apaixonado por esportes e audiovisual.⚽📸 @silvasamuuel nas redes sociais!

Agenor Filho, patrão de Paulo Henrique Silva, baleado e morto em um alojamento de prestadores de serviço em Americana, fala pela primeira vez após o caso. Segundo Agenor, Paulo teria saído do alojamento pois estava curioso para saber de onde vinham os barulhos. O colega que estava ao lado de Paulo chegou a ligar para o Agenor após o disparo acertar o pintor. O homem teria pedido ajuda ao patrão, que não conseguiu ligar para a ambulância por não lembrar o endereço do local.

SOBRE O CASO
O pintor, de 33 anos, foi morto no alojamento da empresa que prestava serviços, em Americana, após ouvir barulhos e abrir a porta para verificar o que estava acontecendo. Enquanto o pintor fechava a porta, um disparo o acertou. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu. Um homem, que prefere não se identificar, gravou entrevista com a nossa equipe e afirmou que seria o alvo dos tiros e não o pintor.

PATRÃO DA VÍTIMA
Agenor Filho, patrão dos prestadores de serviço que estavam alojados no local, falou com a equipe da TV Record. Segundo o patrão, Paulo Henrique teria ido até a porta do alojamento por curiosidade, para entender o que era e de onde vinha o barulho que estava escutando. Ainda segundo Agenor, o colega de Paulo teria ligado para ele no momento em que o pintor foi atingido, e pedia ajuda. O patrão, neste momento, informou que não conseguiria acionar uma ambulância por não se lembrar do endereço do alojamento em que os funcionários estavam.

Caso segue sendo investigado.

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