Convulsão: saber agir faz diferença em situações de emergência

Durante a primeira Prova do Líder do BBB 26, realizada na manhã desta quarta-feira (14), o ator Henri Castelli passou mal e precisou ser atendido pela equipe médica do programa

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
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Foto: Imagem ilustrativa

Durante a primeira Prova do Líder do BBB 26, o ator Henri Castelli passou mal e precisou ser atendido pela equipe médica do programa. Ele participava da dinâmica de resistência havia cerca de 10 horas, em pé sobre uma plataforma, quando apresentou uma convulsão.

O episódio aconteceu após uma longa madrugada de esforço físico. Castelli caiu no espaço da prova e, imediatamente, a produção interrompeu a atividade. Profissionais de saúde entraram no local para prestar socorro, enquanto integrantes da equipe técnica isolaram a área. O participante foi retirado da disputa para avaliação e, por recomendação médica, deixou o programa.

Especialistas explicam que condições extremas, como privação de sono, jejum prolongado e desgaste físico, podem provocar alterações temporárias na atividade elétrica do cérebro, levando a crises convulsivas, mesmo em pessoas sem diagnóstico prévio de epilepsia. Nessas situações, podem ocorrer movimentos involuntários e perda momentânea da consciência.

De acordo com informações médicas, o cérebro depende de impulsos elétricos organizados para funcionar corretamente. Quando essa atividade se desregula, surgem as convulsões. Dados do Manual MSD apontam que cerca de 2% dos adultos terão ao menos um episódio ao longo da vida.

As crises podem ser epilépticas, quando se repetem e não têm causa imediata identificável, ou não epilépticas, quando estão ligadas a fatores temporários, como infecções, traumas, reações a medicamentos ou estresse físico intenso. Também há relatos de sinais prévios, chamados de aura, que incluem sensações incomuns antes da crise.

Em casos de convulsão, a orientação é manter a pessoa em posição lateral, evitando riscos respiratórios, e aguardar o fim do episódio para buscar atendimento médico. O tratamento varia conforme a causa e pode envolver acompanhamento clínico e uso de medicação.

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