Recém-nascido é encontrado morto em caixa de papelão em João Pessoa

As forças de segurança estiveram no local para isolar a área e iniciar os procedimentos de apuração

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Testemunhas relataram que cerca de cinco disparos foram efetuados por três homens em um carro preto, que fugiram em seguida
Testemunhas relataram que cerca de cinco disparos foram efetuados por três homens em um carro preto, que fugiram em seguida | Foto: Reprodução/ PMPB

Na noite desta sexta-feira (23), a Polícia Militar recebeu um chamado por meio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) após moradores do bairro de Paratibe, Zona Sul de João Pessoa, relatarem a localização de um recém-nascido encontrado morto dentro de uma caixa de papelão.

De acordo com as informações iniciais, moradores acionaram as autoridades ao se depararem com a situação. As forças de segurança estiveram no local para isolar a área e iniciar os procedimentos de apuração. O caso segue sob investigação, e os órgãos competentes trabalham para esclarecer as circunstâncias e identificar os responsáveis.

O episódio lembrou um dos casos de maior repercussão envolvendo situação semelhante na Grande João Pessoa. Em março de 2023, na cidade de Cabedelo, um casal de estudantes de medicina foi suspeito de abandonar o corpo de um bebê em uma lixeira de um prédio residencial, no bairro de Intermares.

Na ocasião, perícias do Instituto de Polícia Científica (IPC) da Paraíba confirmaram, por meio de exame de DNA, que o feto era filho do casal. A perícia apontou que o bebê tinha cerca de cinco meses de gestação e indicou, inicialmente, que teria nascido com vida, vindo a morrer por asfixia após ser descartado.

Em agosto de 2023, a Polícia Civil indiciou o casal por homicídio triplamente qualificado, considerando motivo fútil, meio cruel e o fato de a vítima ser menor de 14 anos. À época, a defesa dos estudantes afirmou que a mulher teria sofrido um aborto espontâneo.

O caso gerou grande comoção e repercussão em toda a Paraíba.

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