Operação apreende máquinas caça-níqueis clandestinas em quatro cidades da PB

Seis pessoas apontadas como responsáveis pelas máquinas foram identificadas e assinaram Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs).

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

A Polícia Civil apreendeu cerca de 16 máquinas caça-níqueis clandestinas durante uma operação realizada nesta quarta-feira (26) em quatro cidades do Sertão da Paraíba. Os equipamentos foram encontrados em Princesa Isabel, Tavares, Imaculada e Água Branca. Seis pessoas apontadas como responsáveis pelas máquinas foram identificadas e assinaram Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs).

Segundo a Polícia Civil, os envolvidos se comprometeram a comparecer à Justiça quando forem convocados. Eles podem responder por contravenção penal relacionada à exploração ou comercialização de jogos de azar.

A maior parte dos equipamentos estava em Princesa Isabel, onde foram apreendidas 11 máquinas. Outras três foram localizadas em Imaculada e Água Branca, enquanto duas estavam em Tavares.

A operação foi realizada para retirar de circulação equipamentos utilizados na exploração clandestina de jogos de azar.

Além da contravenção relacionada aos jogos de azar, a Polícia Civil informou que vai investigar a origem e a entrada das máquinas no Brasil.

Caso seja comprovado que os equipamentos foram importados ou introduzidos ilegalmente no país, os responsáveis também poderão responder por contrabando.

A legislação prevê pena de dois a cinco anos de reclusão para o crime de contrabando.

O Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) é utilizado para registrar infrações consideradas de menor potencial ofensivo. Ao assinar o documento, o envolvido assume o compromisso de comparecer à Justiça quando for chamado.

A assinatura do TCO não representa condenação. A responsabilidade dos envolvidos será analisada pela Justiça.

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