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Polícia faz operação contra suspeitos de apologia ao massacre de Columbine no Vale do Paraíba

Investigados são suspeitos de envolvimento em pichações com referências ao ataque ocorrido nos Estados Unidos em 1999. Objetos foram apreendidos.

Polícia cumpre mandado de busca em operação contra apologia ao massacre de Columbine no Vale
Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil de Lagoinha concluiu nesta quarta-feira (21) a Operação Columbine, que investigou atos de vandalismo, apologia ao crime e ameaças com potencial de gerar pânico coletivo no município, especialmente no ambiente escolar.

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A investigação teve início no dia 7 de abril, após a Escola Estadual Padre Chico, o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) e o Ginásio Poliesportivo Municipal registrarem boletim de ocorrência relatando pichações violentas em prédios públicos. As pichações faziam referência a ataques como o massacre de Columbine, nos Estados Unidos (1999), e ao atentado em Suzano, ocorrido no Brasil em 2019. Frases como “A VINGANÇA CHEGA” e nomes ligados à violência alarmaram a população.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

As apurações iniciais apontaram dois suspeitos: um adolescente de 17 anos, ex-aluno da escola, e um jovem maior de idade, ambos conhecidos da comunidade escolar por comportamentos considerados preocupantes. Com base em câmeras de segurança, depoimentos e histórico dos investigados, a polícia obteve autorização judicial para buscas.

No dia 29 de abril, foi cumprido o primeiro mandado de busca e apreensão, contra o adolescente. Durante a ação, foram encontrados objetos suspeitos, como máscaras, armas brancas e um celular, além da confissão do jovem, que também implicou o amigo maior de idade na autoria dos atos. Ele permaneceu apreendido.

Nesta quarta-feira (21), a fase final da operação foi deflagrada com o cumprimento do mandado contra o segundo investigado. Na residência dele, a polícia encontrou simulacros de armas de fogo, textos e desenhos com conteúdo violento, uma faca artesanal, livros de teor extremista e equipamentos eletrônicos, que serão periciados. Como não houve flagrante, o suspeito responde em liberdade.

Com a identificação dos suspeitos e a apreensão de provas materiais, a Polícia Civil concluiu a primeira etapa da investigação e encaminhará os autos ao Ministério Público, que deve avaliar as medidas cabíveis.

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