Mansur: “Quando a IA vira o CMO: Intel entrega tudo nas mãos da Accenture”

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Você já imaginou uma gigante da tecnologia terceirizando TODO o seu marketing para uma consultoria que usa inteligência artificial? Pois é: essa semana, a Intel anunciou que vai entregar suas operações globais de marketing para a Accenture, que promete usar IA para planejar, criar e executar campanhas em escala mundial.

É, meu amigo, o mundo dos dinossauros corporativos nunca dorme! E quem não se adapta… vira fóssil digital.

A jogada da Intel é ousada: ao terceirizar tudo para a Accenture, a empresa espera ganhar agilidade, reduzir custos e colocar o marketing em modo turbo, respondendo com mais velocidade às mudanças do mercado. A promessa é uma estrutura mais enxuta, decisões rápidas e campanhas “cirúrgicas”, alimentadas por dados e automação.

Mas nem tudo é velocidade e tecnologia. Por trás desse movimento, vem também uma onda de cortes e transição de equipes. Parte dos profissionais de marketing da Intel será realocada, outra parte pode ser dispensada — e muitos deverão treinar quem vai assumir suas funções do outro lado do balcão, agora sob o chapéu da Accenture.

A polêmica já está rolando: será que inteligência artificial realmente substitui criatividade, empatia e aquele feeling humano que faz uma campanha memorável? No papel, a IA pode analisar dados em tempo real, automatizar processos e gerar insights, mas o marketing — pelo menos até hoje — sempre precisou de sensibilidade, bagagem cultural e muita experimentação.

Para a Intel, o risco é enorme: perder a “alma” criativa para ganhar eficiência, num mundo onde marcas são feitas de histórias, conexões e propósito. A Accenture, por sua vez, aposta que a combinação de IA e expertise em consultoria pode redefinir o que é marketing moderno — entregando resultado mensurável, mas sem perder de vista a inovação.

No fim das contas, estamos diante de um daqueles movimentos que marcam época: ou a Intel vai inspirar uma nova onda de transformação nas grandes empresas, ou vai mostrar para o mercado que ainda não dá para tirar o fator humano da equação sem pagar um preço alto.

E aí, você acha que marketing de dinossauro sobrevive só com IA? Ou criatividade, empatia e visão humana ainda são insubstituíveis?

Fica de olho, porque quem para no tempo… vira fóssil! 🦖

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