João Pessoa cria campanha permanente para combater agressões contra profissionais de saúde

A campanha recebeu o nome “Trate Bem a Quem lhe Quer Bem” e tem como objetivo combater casos de agressão física ou verbal praticados contra trabalhadores da área da saúde.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

Uma campanha permanente de combate a agressões contra profissionais de saúde foi criada em João Pessoa por meio da Lei Ordinária nº 15.917, de 24 de agosto de 2026. A norma, publicada no Diário Oficial do Município, prevê ações na rede pública e privada para estimular o respeito entre profissionais, pacientes e acompanhantes.

A campanha recebeu o nome “Trate Bem a Quem lhe Quer Bem” e tem como objetivo combater casos de agressão física ou verbal praticados contra trabalhadores da área da saúde.

A lei é de autoria do vereador Valdir Trindade e foi sancionada pelo prefeito Leo Bezerra.

A legislação determina que as ações sejam realizadas de forma permanente e contínua.

Para divulgar a iniciativa, poderão ser utilizados jornais, revistas, rádio, televisão, sites e outros meios de comunicação. O material deverá utilizar linguagem simples e clara, com informações direcionadas a diferentes públicos.

A campanha também será realizada diretamente nas unidades públicas e privadas de saúde, com a distribuição de folhetos informativos e cartazes.

Os materiais não poderão utilizar linguagem com o objetivo de intimidar pacientes ou acompanhantes.

Além das ações de conscientização destinadas à população, a lei prevê a capacitação dos profissionais de saúde.

Os trabalhadores deverão receber orientações para prestar atendimento cordial e adequado a pacientes e acompanhantes, além de treinamento para manejar situações de crise e conflito.

A legislação estabelece que as agressões contra profissionais de saúde afetam não apenas os trabalhadores envolvidos, mas também o funcionamento dos serviços e a sociedade.

As despesas necessárias para a execução da campanha serão custeadas por dotações orçamentárias próprias, com possibilidade de suplementação.

O artigo 6º da proposta foi vetado.

A Lei Ordinária nº 15.917 entrou em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Município e revoga disposições em contrário.

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