Operação conjunta combate furto de água na adutora Aroeiras–Gado Bravo, na PB

Durante a inspeção, mais de 40 ligações irregulares foram identificadas, incluindo estruturas utilizadas para abastecer carros-pipa de forma ilegal

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Durante a inspeção, mais de 40 ligações irregulares foram identificadas, incluindo estruturas utilizadas para abastecer carros-pipa de forma ilegal
Foto: Secom/PB

A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) realizou, na última semana, uma ampla operação de fiscalização ao longo da adutora Aroeiras–Gado Bravo com o objetivo de coibir ligações clandestinas que vinham comprometendo o sistema de abastecimento do município de Gado Bravo. A ação teve o apoio da Polícia Militar e da Polícia Civil.

Durante a inspeção, mais de 40 ligações irregulares foram identificadas, incluindo estruturas utilizadas para abastecer carros-pipa de forma ilegal. Segundo a Cagepa, o furto de água, além de ser considerado crime, provoca redução significativa na disponibilidade do recurso para a população, prejudicando a regularidade do fornecimento, especialmente em sistemas de menor capacidade, como o que atende o município.

O principal objetivo da operação é restabelecer a normalidade do abastecimento em Gado Bravo, garantindo que a água tratada chegue de maneira justa e contínua às residências atendidas pela adutora. As equipes já retiraram os desvios identificados e seguem mapeando outras possíveis irregularidades ao longo da estrutura.

Devido ao grande número de ocorrências, a Cagepa informou que a operação continuará nos próximos dias, até que todas as ligações clandestinas sejam removidas e o sistema volte a operar com plena estabilidade.

A Companhia reforçou ainda que o furto de água é crime previsto no Código Penal, e destacou que continuará atuando em parceria com as forças de segurança para proteger o sistema de abastecimento e garantir o direito da população ao acesso regular à água tratada.

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