Vídeo flagra mulher quebrando vidro da estátua de Iemanjá em João Pessoa; veja

Imagens mostram suspeita arremessando pedras contra a proteção do monumento, na orla do Cabo Branco; mulher foi presa nesta terça (22)

Kaliane Vitoria
Kaliane Vitoria
Estudante de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), é apaixonada por comunicação e pelo futebol. Atualmente, é estagiária no portal Th+ SBT, onde atua na produção de conteúdos jornalísticos. Busca reunir informação, credibilidade e criatividade em todas as suas reportagens.

Um vídeo de uma câmera de segurança mostra o momento em que uma mulher quebra a proteção de vidro da estátua de Iemanjá, na orla do Cabo Branco, em João Pessoa. As imagens foram registradas na madrugada do último sábado (19) e mostram a ação em diferentes momentos.

No vídeo, a mulher aparece jogando pedras repetidamente contra a redoma que protege a estátua. Em seguida, uma pedra é lançada com mais força e atinge o vidro, que acaba quebrado.

Veja no vídeo acima o momento do vandalismo.

Segundo o Ministério Público da Paraíba (MPPB), a mulher foi identificada e presa nesta terça-feira (22). De acordo com informações acompanhadas pelo órgão, ela aparentava estar em surto no momento da ação.

Após ser localizada, a suspeita foi encaminhada pela Guarda Civil Metropolitana para uma delegacia da Polícia Civil, no bairro de Tambiá, na região central da Capital.

MPPB acompanha investigação

O MPPB instaurou uma notícia de fato para acompanhar o caso. A apuração é conduzida pela 46ª Promotoria de Justiça da Cidadania e dos Direitos Fundamentais, sob responsabilidade da promotora Fabiana Lobo.

As imagens do circuito de segurança foram encaminhadas ao Ministério Público e à Polícia Civil, que deve investigar as circunstâncias e a motivação do ato.

O caso também passou a ser acompanhado pelo MPPB sob o aspecto da liberdade religiosa. Uma análise preliminar da Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial de João Pessoa, no entanto, indicou que as imagens não apresentavam elementos suficientes para caracterizar o episódio como intolerância religiosa. A motivação ainda será apurada.

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